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terça-feira, fevereiro 15, 2011

mais uma vez desce as escadas
para falar de ausências

tem medo e em dias curtos decide
envelhecer no interior da casa

ao sono conhece-o como fuga ao silêncio

um dia escreveu (era domingo) sobre os vestígios
da respiração nos pequenos nadas

anos depois refugia-se no outono como
quem vê a vida toda nas folhas



maria sousa



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4 Comments:

Blogger Hirodito Saikaru said...

os pequenos nadas que respiram

refugiam-se nas folhas mortas

como quem vive toda a vida no outono

15/2/11 03:21  
Blogger margarete said...

ui ui ui uiui!

ia copiar um verso, depois outr, depois, só fazia sentido copiar o poema todo :) temos o 2º livro da Maria Sousa quase na tipografia

like!

15/2/11 08:54  
Blogger Amélia said...

Maria: será que m autoriza a publicar ste seu poema no meu barco de flores?Fez-me lembrar, ainda que muito ao de leve, Les vieux do Brel...

15/2/11 10:14  
Blogger lebredoarrozal said...

obrigada:)
ó amélia, claro que autorizo :D

15/2/11 12:52  

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