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terça-feira, dezembro 28, 2010

Tenho uma dor de concha extraviada.
Uma dor de pedaços que não voltam.




Manoel de Barros



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3 Comments:

Blogger margarete said...

Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.

Luís Vaz de Camões

:)

28/12/10 01:45  
Blogger Filipa Júlio said...

bom 2011, Lebre!

28/12/10 11:36  
Blogger Patife said...

Isso é capaz de ser uma sensação quase tão má como a que o Artaud descreveu como: "Uma vertigem em movimento, uma espécie de assombro oblíquo que acompanha todo o esforço, uma coagulação de calor que condensa toda a extensão do crânio, ou se desfaz em pedaços, placas de calor que se deslocam".

28/12/10 14:30  

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