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quinta-feira, setembro 16, 2010

Nem sempre a noite vem ao nosso encontro, para reconhecermos como uma luz acesa ao nosso lado traz consigo as mesmas recordações. Talvez acabe a solidão por ser ali menor. Estas são as imagens que connosco se confundem, quando nos aproximamos devagar uns dos outros, e reparamos na claridade que fica à nossa volta. Repetimos as palavras que tínhamos esquecido há muito. Sabemos que elas nos pertencem. Mas depois perdemo-las de novo. Para se unirem, as mãos têm que estar vazias?





Fernando Guimarães




2 Comments:

Blogger margarete said...

prefiro acabar o texto aqui: "quando nos aproximamos devagar uns dos outros, e reparamos na claridade que fica à nossa volta" :)***

16/9/10 08:23  
Blogger nuvem_preta said...

que bonito :)

16/9/10 09:13  

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