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quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Somos a carne de um fruto atordoado. Somos o dia aparatoso
nas escadas, depois navios ancorados carregados de bruma.
Bebemos o sangue dos poentes como animais incrédulos
de morrer.

Quando tens frio, risco-me como fósforo na tua pele ondu-
lada
. E dá-se o acidente nas gavetas.

As tuas pernas afogam-se em poços de água, eu tenho os bra-
ços engessados numa parede violenta - porém beijamo-
-nos na boca lenta da madrugada.


O meu nome acordou povoado pelo teu nome.





Vasco Gato





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2 Comments:

Blogger casa de passe said...

que maravilha!!!

(Nini)

26/2/09 20:05  
Blogger sophiarui said...

lindo, lindo...

27/2/09 00:46  

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