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quinta-feira, setembro 27, 2007

tradução caseira da lebre

É uma e trinta
meio corpo debruçado
sobre a vida inteira. Despercebida
uma estranha câimbra que nasce
nas pernas.Brilha o que
resta da lua. Os meus vazios
procuram ritos, as minhas solidões
estão sobre os sapatos
que descalcei
porque me cercava a sua pressão.
Estou inteira como a vida que olho
como a vida que me deixa
me deixa meio corpo debruçado
sobre ela.


Concha Garcia


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3 Comments:

Blogger menina limão said...

que poema brutal. (...)

(que raios, como é que consegues complementar tão bem com imagens? até parece que a foto nasceu para esse poema)

27/9/07 14:08  
Blogger lebredoarrozal said...

o poema é brutal sim, quanto às imagens, é pura sorte:)

28/9/07 01:59  
Blogger bruno .b.c said...

gostei muito da imagem.
quem vê?

28/9/07 18:26  

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