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quarta-feira, outubro 25, 2006

Há-de vir a manhã de cada um e a minha
estrangular-me
terei joelhos de esperança
artérias em fruto

nas minhas pernas há um caminho ausente
um estrume de estrelas inconcretas

Amanhã dos partos múltiplos virão
risos peixes luas novas
fomes turbulentas e fecundas
seios mais despidos de mulher


Luiza Neto Jorge


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