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sexta-feira, novembro 18, 2005

Por interstícios das malas abertas de quando éramos
crianças gritam as bocas sem nenhum eco
das bonecas. Criaturas fictícias, escalpelizadas
e sem tintas, de ventre oco. Mas o mortal
lugar do coração está ainda a palpitar.
O bojo do peito de celulóide, como o meu,
pede-nos perdão pela saudade que nos devora.


Fiama Hasse Pais Brandão



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1 Comments:

Blogger RAA said...

Excelente Fiama.

18/11/05 12:25  

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