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quarta-feira, julho 13, 2005

a mulher reduz-se ao reverso da moldura

desfaz-se em palavras sobrepostas
espessura de quem , com frenesim, colecciona rascunhos

no retrato encenam-se cópias das perguntas

uma após outra despertam dos pedaços
que rasgam a cinza da paisagem

na noite dorme um nome pequenino
disfarçado de cansaço

lugar onde o choro se esconde nas paredes da casa



eue


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4 Comments:

Blogger pedro said...

incomentável

13/7/05 22:42  
Blogger lebredoarrozal said...

porquê? a curiosidade é um dos meus maiores defeitos:)

13/7/05 23:35  
Blogger pedro said...

pela razão mais simples: reli o texto muitas vezes e não saiu nenhum comentário. como diz o pinto (uma citação livre, as palavras não foram exactamente estas): "a gente lê e a maior parte das vezes não consegue transpor o significado do texto. mas continuamos a ler, a descobrir. as palavras juntas fazem um efeito bonito e isso chega."

incomentável é quando não fazes anotações nas margens


(viste o que aconteceu ao blog do pinto? se me dá a habituação de comentar aqui é a desgraça do teu blog)

14/7/05 01:03  
Blogger lebredoarrozal said...

vi, transformaram os comentários num fórum:)
não é má ideia:)
o blog do pinto é excelente
acho muito boa a tua ideia de te habituares a comentar aqui.:)

14/7/05 02:01  

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