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sábado, julho 24, 2004

quando na parede se pendura um "adeus"
lado a lado com uma postura esquecida
o ciciar do tempo é áspero e tecido a saliva
 
entre a pele e a voz apenas os gestos dizem tudo
contorno-te no interior das palavras e em cada linha
formam-se paisagens apressadas
 
palavras à tona dos olhos quando  na hora dos pássaros
o ritmo das histórias não chega ao fim
 
e entre o estar e o não estar  há um espasmo branco
onde as palavras são ressequidas de silêncio
 
eue


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